Solidão – Entendendo e Reeditando

Todos nós em algum momento da vida já tivemos medo da solidão. Se não for um medo passado, pode ser que seja atual ou até mesmo futuro de cada individuo. Essa questão acendeu-se em mim está semana, após uma conversa de bar onde geralmente o álcool afeta o nosso sistema cerebral deixando-nos mais corajosos e sinceros (prometo falar mais sobre o cérebro numa próxima postagem).

Mediante essa situação reparei que temos duas vertentes sobre a solidão…

1º Existem pessoas que são extremante focadas em si, seus planos e optam em ficar sozinhas em vários sentidos. O que faz o individuo se tornar um observador nato do mundo ao seu redor, de modo mais complexo o que resulta em: Escolhas feitas a longo prazo, analíticas e saudáveis para si e para os envolvidos em cada uma dessas escolhas.

2º Existem pessoas que são extremamente intensas, que de tão intensas não conseguem canalizar e separar sentimentos, ações plenamente. Oras se retraem, oras se libertam. São inconstantes para se camuflar, rejeitam, amam e se auto rejeitam afim de evitar frustrações futuras. Escolhem a solidão como uma pausa para lhe dar com um turbilhão de emoções que os toma constantemente, uma vez que sua capacidade emocional esteja afetada em demasia logo o individuo pode se sentir incomum mediante a uma sociedade impositora e cheia de padrões já pré-estabelecidos.

Mas o que torna uma pessoa ser mais confiante emocionalmente e outra menos ?

Oras, suas experiências ! Mas afirmo que não é somente isso. Existe sim, todo um processo por de trás que precisa ser desconstruído e refeito.

A base emocional começa na gestação, passando pela primeira infância e se desenvolvendo na pré adolescência até o final da vida.

Se um individuo quando criança, cresceu em um lar sem palavras de afeto, afirmações positivas e de clima conturbado sua capacidade emocional e de fazer escolhas podem ser comprometidas. Existem pessoas extremante talentosas, inteligentes e bonitas que não conseguem ver essas características em si, devido a ausência do estimulo correto logo na primeira infância.

Mas, uma vez que tomamos consciência da nossa saúde emocional, venhamos tomar uma atitude para reprograma-la. A solidão não é ruim quando serve para fazer a desconstrução do EU, ou se feita de uma maneira inteligente. Entretanto, se você escolher ficar só apenas para evitar frustrações com medo de não ser aceita (o)…Cuidado ! Você corre o risco de apenas estar “tampando o sol com a peneira’ furada “. Afinal, a questão que precisa ser de fato resolvida será apenas adiada levando você a escolhas e resultados totalmente negativos gerando assim novos traumas emocionais. Lembre-se de que até Jesus, segundo a história bíblica ficou um tempo sozinho antes de tomar uma grande decisão, ele teve medo mas o enfrentou.

Sobre Fernanda Ferrari Lira

Fernanda Ferrari Lira (nascida em 18 de março de 1988), conhecida como Fernanda Ferrari ou Ferrari, é formada em Comércio Exterior, Blogueira, Empresária e Produtora de Moda. Ama coisas fofas é gosta daquilo que é marcante. Acredita que tudo tem um propósito de ser!
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